sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Track & Field
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Abertura Corpore 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Alimentação
Todo corredor sabe que manter uma dieta equilibrada é um dos fatores mais importantes para quem pratica atividade física e deseja obter melhores resultados. Alguns alimentos, ao serem ingeridos antes da prática do esporte, podem prejudicar o desempenho do atleta. Por isso, o O2 Por Minuto fez uma lista com 10 alimentos que você deve evitar antes de correr.
Alimentos GordurososOs alimentos ricos em gordura tornam a digestão mais lenta e também demoram para se transformar em energia. Assim, atrapalham a performance do corredor durante a prova.
“Os alimentos que contém gorduras, como manteiga, margarina e leite integral só devem ser usados 2 horas antes do treino, porque tornam a digestão lenta. O atleta precisa de energia disponível quando inicia o exercício e durante a prova. Se ele se alimentar com alimentos gordurosos, os ácidos graxos permanecem no estômago e no intestino por mais tempo, dando a sensação de estômago pesado, podendo causar mal-estar, e levando à vômitos caso o corredor não esteja adaptado a esta refeição antes da corrida” explica Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé.
Fibras“Existem alimentos saudáveis, ricos em fibras e cheios de vitaminas e minerais, porém, nem sempre o que é saudável é a melhor opção antes do treino”, afirma Mariana Escobar, nutricionista da VITTA Exercício & Clínica de Saúde.
Alimentos como granola, aveia, saladas, pães integrais e cereais não são a melhor opção antes da corrida, pois demoram a ser digeridos e podem estimular o processo gastrointestinal. “As saladas, por exemplo, principalmente cruas, além de diminuírem o tempo de esvaziamento gástrico, ainda provocam calmaria e sono, prejudicando a performance”, diz Ana Paula.
LeitePara muitas pessoas, o leite faz parte do café da manhã, e tem grande importância por ser rico em proteínas. Porém, para quem vai realizar uma prova ou sair para treinar, ele não é indicado, pois pode causar desconforto gástrico, como explica a nutricionista Aline Castro.
“Se ingerido antes do treino ou da prova, o leite deixa lento o esvaziamento gástrico. Além disso, a lactose tem um efeito calmante, o que pode gerar no atleta, durante a atividade física, enjôo e sono”.
Alimentos de Alto Índice GlicêmicoOs alimentos e bebidas que contêm alta concentração de açúcar também podem prejudicar o desempenho do corredor se ingeridos antes do treinamento.
“Açúcares simples, suco de laranja, suco de uva, melados, ou seja, alimentos de alto índice glicêmico, elevam a glicemia muito rápido, além disso, também estimulam a liberação de insulina. Níveis elevados de insulina antes do exercício podem ocasionar uma hipoglicemia de rebote”, explica Mariana.
Carnes“Todas as carnes contêm gordura intrínseca não visível e também dificultam a digestão. A energia proveniente dos alimentos, seja para armazenamento ou para uso imediato pelo organismo, só acontecerá quando os nutrientes já tiverem passado pelo processo de digestão e estiverem na corrente sanguínea, encaminhando para células e tecidos muscular e hepático”, afirma Ana Paula.
Com a demora da digestão, o corpo não poderá usufruir da energia gerada por esse tipo de alimento. “Se o treino é daqui a 30 minutos, um atleta não deverá consumir a carne, pois leva cerca de 3 a 4 horas para que a digestão dela seja feita. Dessa forma, o corredor não terá energia disponível, mas sim muito alimento no estômago”, completa Ana Paula.
RefrigerantesAs bebidas gaseificadas também devem ser evitadas antes dos treinamentos e corridas. “Os refrigerantes, principalmente os de cor escura, não são boa opção antes da prática do esporte, pois podem gerar desconforto gástrico no atleta, podendo causar também gases”, afirma Aline. “Além do desconforto gástrico gerado, por ser uma bebida gaseificada, o refrigerante também contém alta concentração de cafeína, o que pode aumentar a sede durante a prova, causando desidratação”, completa a nutricionista.
ChocolateApesar de ser uma reconhecida fonte de energia, o chocolate também não deve ser ingerido antes da prova, como explica Ana Paula de Souza.
“O chocolate contém também muita gordura, tornando a digestão mais lenta. Além disso, a energia fornecida por ele não é instantânea, como no caso de uma fruta ou biscoito, que contêm carboidratos e frutose, energias disponíveis nas células e nos músculos”.
Para substituir o chocolate, Mariana Escobar dá a dica. “Se não conseguir ficar sem o chocolate, as barras energéticas de sabor chocolate são uma boa opção”.
Bebidas AlcoólicasDurante a prova, o atleta já sofre com a desidratação causada pelo suor, e o álcool em nada ajuda nesse processo, muito pelo contrário, apenas intensifica a perda de líquidos no corredor.
“O álcool tem alto poder diurético, o que só acelera a desidratação do atleta durante a prova. Outro fator importante para a não ingestão de bebidas alcoólicas antes da corrida é que ela causa diminuição do reflexo e desequilíbrio, o que não é nada bom para uma pessoa que está praticando uma atividade física”, afirma Aline Castro.
MassasAs massas, se ingeridas pouco tempo antes da prova, em quantidade excessiva, podem atrapalhar o desempenho do atleta. “As massas são carboidratos complexos que devem ser ingeridos no máximo até 2 horas antes do treino”, diz Ana Paula. “A lasanha, por exemplo, deve ser evitada, pois tem queijo, molho vermelho e presunto, fontes de lipídeos e proteínas que também deixam lento o trânsito intestinal e não disponibilizam energia imediata ao atleta. A lasanha é uma ótima fonte de energia para um jantar, para repor glicogênio muscular e proteínas”.
Alimentos CondimentadosOs molhos apimentados e alimentos que contêm muitos condimentos são grandes vilões para os corredores, já que não são de fácil digestão e também podem prejudicar o desempenho durante a prova.
“Os alimentos desse tipo geram grande desconforto gástrico, principalmente se ligados ao treinamento físico. Podem causar diarréia e flatulência, além de machucar a parede do estômago do atleta”, comenta Aline Castro.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Treino difícil
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Suplementos ???
Um em cada quatro suplementos vendidos para praticantes de atividade física possui em sua fórmula esteróides anabolizantes não declarados no rótulo. É o que aponta levantamento da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, realizado com base na análise de 111 amostras no Instituto Adolfo Lutz.
Os anabolizantes, quando tomados sem orientação médica, podem causar inúmeros efeitos negativos no organismo, como acne, impotência sexual, calvície, hipertensão arterial, esterilidade e problemas cardíacos
Os produtos, comercializados na capital e no interior do Estado, foram apreendidos pela polícia e pelos serviços de vigilância sanitária locais durante o ano de 2007. O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos não apresentavam qualquer informação de procedência. Das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas.A legislação brasileira que regulamenta os alimentos para atletas exclui produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como dopping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), embora não haja menção direta aos suplementos nutricionais.Dos produtos analisados, 41% eram apresentações em cápsulas, provavelmente por apresentar maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas, além dos nutrientes. Outros 33% das amostras eram comprimidos e 16% tinham apresentação do produto em pó."A presença de substâncias proibidas em suplementos alimentares coloca os praticantes de atividades físicas em situação de grande risco. É importante ter em mente que não existem fórmulas mágicas para se entrar em forma e todo produto que prometa resultados milagrosos devem ser olhados com desconfiança", diz a pesquisadora de microbiologia de medicamentos do Adolfo Lutz, Adriana Bugno.Os suplementos irregulares são interditados pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do Estado São Paulo. Se há identificação do fabricante, as empresas são notificadas. Já as irregularidades encontradas em produtos importados ou sem identificação são relatadas ao importador e à Anvisa. Os anabolizantes, quando tomados sem orientação médica, podem causar inúmeros efeitos negativos no organismo, como acne, impotência sexual, calvície, hipertensão arterial, esterilidade, insônia, dor de cabeça, aumento de colesterol ruim, problemas cardíacos, crescimento indevido de pêlos, engrossamento da voz e distúrbios testiculares e menstruais.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Alongamentos - Revista Contra Relógio
Como a Contra-Relógio já tinha chamado a atenção em 2006, a realização de alongamentos antes de começar a correr, prática corriqueira entre iniciantes e até corredores experientes, não traz qualquer benefício. Ou seja, não faz a pessoa correr melhor ou mais fácil, e muito menos ajuda a prevenir lesões!
Como a Contra-Relógio já tinha chamado a atenção em 2006, a realização de alongamentos antes de começar a correr, prática corriqueira entre iniciantes e até corredores experientes, não traz qualquer benefício. Ou seja, não faz a pessoa correr melhor ou mais fácil, e muito menos ajuda a prevenir lesões!
Agora pesquisadores comprovaram que não apenas isso é uma grande verdade, como esse alongamento pode prejudicar a performance, ao reduzir a capacidade de força das pernas.
Estudo da Universidade de Nevada (EUA) publicado na edição de setembro do Journal of Strength and Conditioning Research, e divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, dia 8/11, revela que os exercícios para alongar mais utilizados (inclusive por corredores), os chamados alongamentos estáticos, realizados com a pessoa parada, causam perda de força nas pernas.
Foram avaliados três grupos de atletas; um que realizou alongamentos estáticos, outro que fez alongamentos dinâmicos (com movimentos contínuos) e um terceiro que nada executou. Em seguida, os atletas praticaram exercícios de salto e flexão do joelho, para mensurar a força muscular das pernas antes e depois dos alongamentos.
Os que fizeram alongamento estático tiveram a maior perda de força muscular, depois os que tinham feito os alongamentos dinâmicos, enquanto os que nada fizeram não sofreram qualquer prejuízo.
Bill Holcomb, um dos autores da pesquisa, comentou que os alongamentos estáticos devem ser feitos depois e não antes do exercício. Mas alertou que não se deve confundir esta recomendação com a questão da flexibilidade, que todas as pessoas devem procurar não descuidar, realizando exercícios com esse objetivo em qualquer momento do dia. Para antes de começar a atividade, como a corrida, o pesquisador indica que se aqueça o corpo, através de um trote leve, por exemplo.
NÃO PREVINE LESÕES. Em maio de 2006, a CR publicou como matéria de capa "Alongar é muito bom, mas não prepara para a corrida, nem previne lesões!" O artigo, de autoria das fisioterapeutas Alessandra Arkie e Kenia Guerra Baumann, comentava em sua introdução: "Muitos corredores realizam algum exercício de alongamento antes da corrida, na crença de que soltando um pouco os músculos terão menor risco de lesão. Apesar da idéia de que alongamento pode auxiliar na prevenção de lesões músculo-esqueléticas ser aceita na comunidade médica e entre treinadores e atletas, esta crença não é sustentada pelas pesquisas científicas".
As autoras comentam sobre os estudos em torno do assunto e fazem alguns alertas. O primeiro e muito importante é o fato das pessoas realizarem alongamento sem aquecer antes, por vezes por recomendação do treinador. Ou seja, antes de começar a correr é feita (ou indicada) uma sessão de alongamentos, com o corpo frio, quando o correto seria fazer apenas um trote. E para piorar, alguns trabalhos mostraram que alongar dessa forma acaba resultando em maior incidência de lesões, por forçar o esticamento de músculos frios, exatamente o contrário do que a maioria dos corredores pensa.
O alongamento estático clássico, ou seja, da panturrilha, da parte posterior e anterior da coxa etc, não tem mesmo muito sentido antes da corrida. Comentam as fisioterapeutas: "Se pensarmos no que acontece nos músculos, não há semelhança entre o ato de alongar estaticamente um músculo e as rápidas contrações a que estes serão submetidos durante o treino ou prova. Em outras palavras, o alongamento antes não representa uma preparação específica para a atividade (alongar para depois contrair...)".
Já um programa de aquecimento adequado, dizem Alessandra e Kenia, tem maior capacidade de diminuir lesões, por aumentar o fluxo sangüíneo nos músculos, lubrificar as articulações, despertar a coordenação e a resposta rápida do sistema músculo-esquelético, imitando o trabalho que os músculos realizarão durante a corrida.
E as recomendações das fisioterapeutas não param por aí. Elas destacam, naquele artigo de 2006, para outra atitude errada de corredores e treinadores: a realização de alongamentos (estáticos) logo após o término da prova ou do treino. Nesse momento, as fibras musculares, por estarem ainda aquecidas, poderão ser forçadas exageradamente, com risco até de rompimento.
Por essa razão, elas dizem que os alongamentos depois da corrida devem acontecer quando o corpo já estiver esfriado um pouco, caminhando-se por alguns minutos e só então iniciar os alongamentos. E neste momento, os benefícios dessa atitude são reais, na medida em que é uma ótima maneira de relaxar a tensão muscular, promovendo a transformação das fibras hipercontraídas, fatigadas e pouco elásticas, em uma coleção mais alongada de fibras musculares, as quais se adaptarão mais facilmente às atividades menos intensas que seguem os treinos, o que ajudará na recuperação dos músculos antes da próxima corrida.
SAIBA O QUE SE DEVE OU NÃO SE DEVE FAZER
ERRADO: alongar imediatamente antes de correrCERTO: aquecer, com trotes, ou começar devagarERRADO: alongar logo após terminar de correrCERTO: trotar ou caminhar por alguns minutos e então alongar
POSTURA DA REVISTA
A posição da CR em relação ao tema alongamento é em grande parte resultado da revista ser feita por corredores, que constatam na prática o que há de real e de imaginário nas recomendações repetidas por publicações, treinadores e até "especialistas", além dos próprios corredores.
No caso do tema aqui abordado, não se pode deixar de citar as sessões de alongamento promovidas em várias provas, pouco antes de se dar a largada. É verdade que costumam ser feitas de forma bem superficial, então não chegam a prejudicar muito. E ajudam a passar o tempo, além de garantir fotos com bonito visual...
A mesma postura a CR já teve em relação ao tema hidratação, chamando a atenção para o pouco discernimento da recomendação extremamente difundida, de que "se deve beber um copo de água a cada 20 minutos de exercício", uma coisa sem qualquer cabimento, pela generalização. Em um dia de temperatura fria ou amena, sem sol, e a pessoa correndo sem forçar, naturalmente que ela não terá a mesma necessidade em um dia quente, com sol, e treinando forte. Qualquer pessoa constata, na prática, que consegue correr por 1 hora ou pouco mais (em dia não muito quente, nem debaixo de sol do meio-dia) sem beber água. Quando pára, repõe os líquidos perdidos sem problema.
NÃO DESCUIDE DA FLEXIBILIDADE
Tenha o hábito de realizar sempre, em qualquer momento do dia, exercícios de flexibilidade, como os alongamentos estáticos e dinâmicos, para garantir que sua musculatura responda melhor na hora que for exigida. Também não esqueça dos exercícios para fortalecimento abdominal e alongamento da coluna.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
São Silvestre
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
São Silvestre - 10 anos
A corrida me levou a uma vida um pouco mais regrada, a comportamentos mais saudáveis, me levou a uma aproximação com a atividade física em si, a entender a sua importância e a sua necessidade. Levou-me de volta a faculdade, me fez ler e estudar e de quebra me levou a conviver com pessoas que sonham como eu sonhava há 20 anos lá na minha primeira graduação. Os meus sonhos continuam vivos, mas já são outros. E a corrida me ajuda muito a mantê-los vivos, pois me mantém com saúde e disposição para literalmente correr atrás deles.
Amanhã então estarei lá, sem compromisso com performance mas compromissado comigo mesmo, com uma aposta de 10 anos atrás que mudou muitos aspectos da minha vida. Acho que há motivos para comemorar. Mesmo não sendo um exemplo de prova em termos de organização e cuidados tão necessários com todos nós corredores amadores, é a São Silvestre, com certeza a prova de rua mais tradicional do Brasil. Mais uma vez sei que vou correr com alegria por estar lá, vou subir aquela Brigadeiro dando risada do marketing que é feito em torno dessa subida e lembrando que nesses últimos 10 anos subi dezenas de outras Brigadeiros muito piores e mais difíceis, mas não passa na Globo....... vou cruzar o pórtico da chegada fazendo pose pra foto, mesmo nunca tendo encontrado foto alguma minha na chegada, vou escutar aquele locutor de sempre falando um monte de besteira de novo, vou me emocionar como sempre. Talvez isso seja o meu principal combustível, a emoção que sinto em cada chegada ( e na largada também ), o choro que às vezes brota de dentro, choro que só eu entendo e que não preciso explicar, pois é meu e quem o vê sabe que não precisa perguntar nada, só compartilhar da emoção.
Amanhã estarei lá, naquela muvuca que muitas vezes critico, mas que tenho feito questão de estar presente nessa última década. Com certeza encontrarei amigos corredores, pessoas que como eu não dispensam um final de ano no qual a corrida que tanto nos faz bem o ano todo estará presente também no último dia. Talvez seja uma agradecimento a ela.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
São Silvestre - IV
domingo, 28 de dezembro de 2008
São Silvestre - III
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
São Silvestre - Percurso
Nesse mapa do percurso da São Silvestre tem uma animação bem bacaninha. A maioria dos corredors já conhece o percurso, mas para os estreantes é sempre interessante dar uma olhada.
http://e.i.uol.com.br/atletismo/saosilvestre/2006/saosilvestre2006.swf
Um abraço
Luis Augusto
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Alphaville Running
São Silvestre 2008 - II
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
São Silvestre 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
NR

Mais uma vez os treinos foram interrompidos em função do trabalho. Mas não estou reclamando não, essa época do ano eu normalmente diminuo as atividades físicas em função de muitas coisas.
Semana passada estive no Acampamento NR com os alunos , viagem de formatura já tradicional aqui na escola. Como sempre foi o maior sossego, muita diversão num lugar muito gostoso, alimentação nota 10, e muita conversa "jogada dentro".
Fora o futebol, treze anos de NR treze vitórias. Esse ano foi só 5 X 0 .
Um abraço
Luis Augusto
domingo, 2 de novembro de 2008
Night Light
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Fartlek II
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Fartlek
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Night Light

Essa é a próxima prova. Vou revezar com a Rose. Nós dois temos algo em comum. Concordamos que treino é treino e prova é prova. Tem que se esforçar, tentar o melhor, fazer o máximo. No meu caso isso seria mais fácil se eu estivesse treinando adequadamente. Não tenho feito nenhum tipo de treino específico, somente rodagens entre 6 e 10 km. Até que não estou tão lento, mas se estivesse fazendo treinos mais específicos com certeza conseguiria melhorar meu ritmo nessas provas mais curtas.
Ultimamente estou me sentindo muito cansado com algumas dores que surgem e vão embora e isso tem me desanimado um pouco. De qualquer forma eu imagino que o percurso dessa prova seja plano ( a yescom ainda não divulgou ) e pretendo correr no máximo a 4'15'' por km. Estava até pensando em correr uma maratona em 2009 mas no momento não consigo nem pensar em treinar para isso......
Um abraço
Luis Augusto
sábado, 18 de outubro de 2008
Alphaville Running - 4a etapa
terça-feira, 14 de outubro de 2008
MTB das Araucárias

Domingo participei de uma bela corrida. Só me dei conta de que a org responsável não é a mesma dos Desafio da Mantiqueira na semana pasada. Mas não decepcinou, muito pelo contrário, a org estava excelente. A quantidade de participantes foi bem menos do que no Desafio, acredito que cerca de 250 a 300 ciclistas. Fazia tempo que não participava de uma prova de mtb , aquele colorido característico, aquele monte de bikes e de equipamentos novos e diferentes, etc. A largada foi na estrada do Horto, mas entramos direto sentido Véu da Noiva e logo começamos a subir, subir, subir e subir. Aí sempre vem aquela idéia de que você vai ter que descer depois, o que não deixa de ser verdade, mas a esperança é de que a descida seja rápida o que normalmente não ocorre. Descidas bem fortes em single tracks ou em morro mesmo, tipo trilha de vaca.
Até o km 15 não havia descido da bike em nenhum momento, apenas paradas de alguns segundos para beber uma maltodextrina. Inclusive na primeira longa descida que deu para chegar a um pouco mais de 40 km/h minha garrafinha saiu voando e eu acabei retornando para pegá-la por estar ainda muito no início da prova e fiquei receoso quanto a possível falta de hidratação.
Do km 20 pra frente o negócio foi ficando mais difícil. Eu estava bem seguro nas descidas mas já começei a empurar um pouco nas subidas fortes. O raciocínio era simples, pedalando a menos de 7 km/h se torna mais vantajoso empurrar. Eu consigo caminhar nessa velocidade e muda um pouco o esforço. Dá um descanso pras coxas e exige um pouco mais das pernas.
Mais uma vez o grande lance dessa prova é a região. É tudo muito verde, muito bonito, muito tranquilo. Perto do km 25 dei uma paradinha pra observar um pouco os morros. Estava num local bem alto e era possível visualizar ciclistas em locais diferentes, uns ainda no aclive e outros já despencando lá pra baixo. Acho que uma distÂncia próxima de 25 km é a ideal para praticantes do MTB que não exatamente competitivos como eu. A partir daí o desgaste começa a ficar grande e inevitavelmente começei a contar km por km pois já estava querendo chegar ao final. Já tinha passado duas horas e pouco de prova. Levei um único tombo mais ou menos nesse trecho e também foi por aí que tive mais dificuldade com alguns barrancos bem íngremes com muitas pedras e buracos pelo caminho. No final da prova tinha uma grande descida, estrada de terra, muito boa para acelerar , uma descida longa sem buracos, muito boa mesmo. Foi o momento em que alcançei minha maior velocidade, 43 km/h. Depois disso chegamos na estrada de asfalto, faltando 500m para o local da chegada. Cruzei o pórtico com 3h 09 minutos.
Uma medalha bem bacana e uma camiseta de ciclismo muito bonita. Sem propaganda, apenas um logozinho da revista VO2 e um outro da Caloi.
Foi muito, muito legal.
Um abraço
Luis Augusto
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Frio.......muito frio

Corremos um pouco mais de 10 km e apesar do ritmo lento foi muito bom. Percurso difícil com muitos aclives e declives. Deixei de treinar alguns dias o que está me causando certas dores nesse exato momento. Mas foi bom, domingo tenho a prova de Bike em Campos e estava precisando lembrar um pouco de como são as dores musculares, já que inevitavelmente eu as terei na próxima segunda-feira.
Um abraço
Luis Augusto
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Recorde Mundial em Berlim

Gebrselassie cravou 2h3min59, superando seu recorde anterior de 2h04min26 estabelecido também em Berlim um ano atrás, quando tomou o recorde mundial de seu grande rival, o
Vestindo sua característica roupa amarela com sapatos combinando, o atleta de 35 anos manteve o ritmo adequado desde o início e na metade de prova já estava 25 segundos acima de seu melhor tempo do ano passado.
Gebrselassie, que preferiu não correr a maratona na Olimpíada de Pequim no mês passado devido a preocupações com a poluição, deixou para trás seu último concorrente, James Kwambai, faltando cerca de seis quilômetros, e sua vitória nunca esteve em dúvida.
Os preparativos de Gebrselassie para o evento foram afetados por uma cãibra no músculo da panturrilha, mas ele disse que as condições climáticas perfeitas e o apoio da platéia o ajudaram a superar o problema.
"Foi tudo perfeito", disse Gebrselassie, bicampeão olímpico dos 10 mil metros, à tevê alemã, depois de cruzar a linha de chegada na manhã fria mas ensolarada de Berlim.
"O clima, a corrida e o público foram perfeitos."
"Senti-me correndo em um estádio", acrescentou ele mais tarde em uma coletiva de imprensa. "Os torcedores foram tão bons que me ajudaram a sentir como se tivesse acabado de largar."
"Realmente, este clima nunca se vê. É preciso lembrar disso."
Kwambai foi o segundo, com 2h05min36, e seu compatriota queniano Charles Kam cruzou em terceiro, com 2h07min48.
A alemã Irina Mikitenko venceu a prova feminina com o tempo de 2h19min19
Circuito das Estações
Domingo corri pela segunda vez uma etapa do circuito. É uma prova bem organizada, num local de concentração muito agradável. Continuo achando que 4 provas por ano com o mesmo percurso é prova demias, mas tudo bem, há público para isso. Cheguei lá as 7 horas e fui retirar o chip. Como sempre encontrei algumas pessoas conhecidas e me dirigi para a largada faltando 10'. A princípio não estava afim de muito esforço mas também não queria correr acima de 47 , 48'. A temperatura estava ótima para correr. A largada foi lenta, passei pelo tapete com 3' de prova. Começei a descer a avenida Pacaembú meio que ziguezagueando e correndo um pouco pela calçada para ganhar um pouco de tempo. A primeira metade do percurso você mais sobe do que desce , principalmente no minhocão. A segunda metade me pareceu mais fácil, tanto é que meu tempo do km 5 ao 10 foi melhor do que na primeira metade. Fui correndo "meio no esforço" , tentando ficar na casa dos 4'30'' por km. E deu, no final acabei fechando em 44'35'' o que dá um ritmo de 4'28'' ou algo por aí. Parciais: 4'35'' , 9'15'' ( perdi o km 2 ) , 4'16'' , 4'31'' , 4'13'' , 4'15'' , 4'29'' , 4'33'' e 4'24'' . Depois da prova ficamos por alí ( eu a Rose e o Zé Carlos ) esperando a Cris, na beira do gramado, dentro do campo. Aliás, que grama...... esse estádio do Corinthians realmente está muito bonito !!! !Um Beijo pela Vida


quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Correr com Música
Corrida e música formam uma boa combinação. Com o avanço da tecnologia, que produz equipamentos cada vez mais compactos e de fácil adaptação ao esporte, e a agilidade da Internet que põe a nosso alcance uma infinidade de canções, há quem não saia nem para o aquecimento sem seu aparelhinho plugado no ouvido. Mas até seus hits preferidos ditarem o ritmo na corrida, há um caminho a ser percorrido: fazer uma boa seleção, baixar as músicas no computador, transferi-las para seu player. Não que seja difícil, mas exige uma certa base sobre o assunto para não se perder em páginas da web e downloads que nunca se completam.
"É muito simples baixar músicas para iPods e mp3 players da Internet. Existem sites e programas próprios para esse fim. Em alguns é preciso pagar por elas (em razão dos direitos autorais), em outros elas estão disponíveis e autorizadas para downloads gratuitos", explica o DJ Burman, de São Paulo.
GOSTO NÃO SE DISCUTE. A trilha sonora ideal para correr é aquela que motiva e incentiva o indivíduo. E isto está diretamente ligado ao gosto musical de cada um. Uma pessoa que curte rock pesado certamente não vai se sentir estimulada com baladas pop. "O que se deve levar em consideração é que, em cada gênero, temos sempre variações de hits mais calmos e mais agitados, possibilitando compor uma trilha que acompanhe do aquecimento ao treino em si. É importante, no entanto, mesclar músicas de ritmo mediano às mais rápidas, buscando um equilíbrio em toda a corrida. Principalmente nos percursos mais longos, como os que ultrapassam duas horas, onde se ouve por volta de 30 músicas", aconselha Burman. Para quem não tem paciência de baixar as músicas ou não consegue montar uma playlist motivadora, ele inclusive oferece um serviço de "personal DJ". Ou seja, faz uma atenta entrevista com o corredor para identificar seu gosto musical e seu ritmo de treino, criando então diferentes seqüências, com atualizações constantes.
SOB MEDIDA PARA SEU RITMO. Você está embalado, correndo na batida pop de Rihanna com "Please Don't Stop the Music", por exemplo, e de repente entra uma música mais lenta, como "Running", de No Doubt. Sem que se dê conta, o ritmo do exercício pode cair. Então, se você gosta de correr com música deve pensar também na trilha sonora que não atrapalhe seu rendimento no treino - na maioria das vezes essa lista está montada somente em cima de gosto pessoal.
Alguns sites internacionais oferecem trilhas sonoras baseadas no BPM (batimento por minuto). O mais legal é o Running Music Mix (http://www.runningmusicmix.com/), dedicado a temas para corrida. Você encontra os mais variados gêneros - pop, rock, alternativo, new wave, dance, eletrônico -, distribuídos em treinos de: abaixo de 135 BPM (para caminhada ou aquecimento); entre 135 e 155 BPM (trote); entre 155 e 175 BPM (corrida) e acima de 175 BPM (corrida forte). Para explorar todo site e ter acesso às listas completas, faça um rápido cadastro. Em poucos minutos você recebe uma confirmação por e-mail e navega à vontade. As canções custam US$ 0,99 cada.
Já o Run2Rhythm (http://run2r.com/) traz músicas compostas especialmente para corrida, também baseadas no BPM (de 150 a 171 BPM). Nasceu da necessidade do pianista e compositor Gary Blake, que treinava para o Ironman australiano em 2006. Como os hits que ouvia em seu mp3 não combinavam com a cadência de seus treinos, ele resolveu criar suas próprias canções. Em parceria com um professor de atletismo, trabalhou em um programa para combinar ritmos e velocidade de corrida. Hoje ele conta com um grupo de artistas (pianistas, percursionistas, guitarristas, compositores, arranjadores) e as músicas (de gêneros diversos, como eletrônico, pop/funk, techno e rock) são gravadas em um estúdio profissional em Melbourne, Austrália. Cada seleção de 15 minutos sai por US$ 3,99 e a compra é feita no próprio site. É possível ouvir alguns trechos das composições antes de adquiri-las.
No The Music Guidebook (http://www.musicguidebook.com/articles/index-of-running-music) você encontra um índice de músicas de corrida, que vão de "Vertigo" e "All Because of You" do grupo U2 a "I Feel Love", remix de Donna Summer, além de canções baseadas em BPM. Mas são apenas sugestões, pois não há como baixá-las do site - será preciso procurá-las nas lojas virtuais que disponibilizam canções.
Na linha de playlists inspiradoras, dê uma olhada ainda no About.com: Running & Jogging. O link que o direcionará mais rapidamente ao assunto é http://running.about.com/od/musicforrunners/Top_Picks_in_Music_for_Runners.htm. Você encontra Top 10 de hip hop, Top 40 de Pop e até uma sugestão de mix musical para treinos de um minuto de corrida e um minuto de caminhada.
Entre as marcas esportivas, a Nike, por meio do site Nike Plus (http://nikeplus.nike.com/nikeplus), também oferece uma lista de power songs - as mais votadas pelos usuários do sistema. As top 5 são "Eye of the Tiger"; "Pump it"; "Love Generation"; "Vertigo" e "Jump". Porém, não há como baixá-las do site.
MÚSICA ATRAPALHA OU MELHORA O DESEMPENHO NA CORRIDA?
Canções mexem com emoções e podem, claro, dar um up no ânimo do corredor. "Quem não se sente motivado ouvindo Eye of the Tiger, por exemplo, tema do filme Rocky, o Lutador? Impossível não lembrar da cena dele se preparando e correndo todos os dias pelas ruas da Filadélfia", argumenta o DJ Burman.
"Em rodagens e treinos mais longos com certeza a música ajuda e bastante, pois tem um grande fator motivacional", diz o maratonista e treinador Adriano Bastos. O personal trainer Marcos Caetano, do Instituto Vita de São Paulo, vivencia esse argumento na prática com seus alunos: "A maioria pratica corrida como forma de prazer, bem-estar, condicionamento físico. Nos treinamentos acima de uma hora, eles acham fundamental a música como forma de estímulo para superar o percurso."
Acreditando que se deve fazer uma coisa de cada vez, o treinador Mario Sergio, da Run&Fun, orienta seus atletas a não usar o aparelho nos treinos em grupo. "Além de distrair, tirando o foco dos aspectos técnicos e táticos da corrida, atrapalha quando queremos passar algumas informações. Agora, se for só uma rodagem leve, tudo bem, para espantar a monotonia."
Para aqueles que não dispensam o aparelhinho plugado no ouvido, Marcos Caetano aconselha que se ouça as músicas em volume agradável e que se tenha cuidado para não se distrair durante o percurso, provocando acidentes. "Também evite correr segurando o aparelho nas mãos, para não comprometer a biomecânica da corrida. Use-o preso ao corpo, em uma braçadeira ou cinta".
Já em competições, Adriano Bastos não se mostra favorável ao uso do tocador musical. "Não posso proibir, cada um sabe o que faz, mas acredito que o atleta acaba se distraindo e não prestando a atenção em suas passagens de quilômetro, o que é capaz de comprometer sua prova. Isso porque ele pode se empolgar e começar em um ritmo mais forte do que deveria ou simplesmente se acomodar no embalo da música, ficando bem abaixo do que poderia ter rendido."
OUVIDOS ATENTOS A ESSES CUIDADOS
- No ano passado, a americana Cheryl Risse, foi atropelada por um trem enquanto treinava na Flórida. Ela caiu na linha do trem e não escutou que a locomotiva estava perto. Cheryl estava com seu mp3 ligado e com o acidente teve suas duas pernas amputadas. "Se estiver com música, o atleta corre o risco de não ouvir ou confundir sons", argumenta Adriano Bastos. "Em locais de grande fluxo de carros, motociclistas e ciclistas a atenção tem que ser redobrada", completa Marcos Caetano.
- A exposição prolongada a ruídos intensos pode levar o usuário a uma perda auditiva induzida por ruído (PAIR) ou hiperacusia (dor associada a audição de ruídos altos). "Apesar de ser música, tecnicamente ela é classificada como ruído pela inter-relação frequencial. Como os players são conectados à orelha humana por fones, às vezes introduzidos no canal, há menor dissipação do som e portanto maior concentração sonora. As pessoas que usam iPod e mp3 regularmente em volume intenso são candidatos a desenvolver a PAIR", explica o fonoaudiólogo Fernando Caggiano Júnior, do Centro Auditivo Widex de São Paulo. Segundo o especialista, intensidades acima de 85dB já podem ser lesivas, dependendo do número de horas de uso. "Se o volume do mp3 estiver alto, o que atingiria fácil 110 dB, o máximo que o usuário poderia ficar exposto é 15 minutos por dia", completa a otorrinolaringologista Ângela Shimuta, de São Paulo. "Cabe salientar que as perdas induzidas por ruído são progressivas e sua evolução lenta, portanto deve-se tomar cuidado, diminuindo o tempo de exposição ao ruído e controlando seu volume, readequando o uso dos aparelhos sem desespero", finaliza Fernando.


